"...os bébés sabem que falamos, sobretudo, com os olhos. Eles são as janelas com que apanhamos sol por dentro e as cortinas com que tentamos esconder as coisas que não falamos... com a boca. Os bébés aconchegam-se num olhar terno, espreguiçam-se num olhar luminoso, distraem-se com um olhar ansioso, assustam-se com um olhar deprimido e aterrorizam-se com um olhar baço e vazio...À dimensão de uma grande orquestra, o olhar é um piano: guia-nos por entre os sons, embala-nos com os graves e chama-nos com os agudos..."
In Chega-te a Mim e Deixa-te Estar, Textos com Psicologia, de Eduardo Sá
Lembrar-me-ei destas palavras sempre que olhar para o meu filho. Não quero que ele veja nos meus olhos outra coisa que não uma enorme alegria e um imenso amor por poder partilhar com ele os meus dias...


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